Vilma Espín, engenheira química, liderança feminista e política da Revolução Cubana

Vilma Lucila Espín Guillois

(Santiago de Cuba, 7 de abril de 1930 – Havana, 18 de junho de 2007)

Vilma foi uma destacada liderança política da Revolução Cubana. Na clandestinidade foi Alicia, Mónica, Mariela e Deborah.

Após intensa militância no movimento estudantil, no ano de 1952, em uma conjuntura agitada onde o povo cubano radicalizava os protestos contra as péssimas condições de vida impostas por governos corruptos e subservientes aos Estados Unidos, Vilma, então com 22 anos, ingressa no Movimento Nacional Revolucionário. No final dos anos cinquenta uniu-se ao Exército Rebelde de Fidel Castro e Che Guevara na Sierra Maestra, destacando-se por sua inteligência e astúcia, sendo considerada uma heroína do povo. Após a revolução de janeiro de 1959, Vilma continuou militando ativamente pelos direitos das mulheres e construindo a Federação das Mulheres Cubanas, organização reconhecida mundialmente.

“Me parecia praticamente uma ofensa pessoal até mesmo a violação das vias legais da ‘democracia representativa’. Essa foi a gota d’água que possivelmente despertou em mim um espírito de rebeldia” (Vilma Espín)

Dica de leitura:

GONZALEZ, Mónica Corrieri. VILMA ESPÍN. Colección Vanguardia. Ocean Sur. La Habana, 2018.

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