Sindsepers e Sindicaixa lançam campanha: QUANDO A POLÍTICA É A MESMA, UM NOME NÃO FAZ DIFERENÇA!

O governo Leite tem sido desastroso para o Rio Grande, o serviço público e o povo gaúcho. Sua política tem sido uma continuidade do desmonte iniciado por Sartori e representado nacionalmente por Bolsonaro, a quem ajudou a eleger e com o qual se alinha no fundamental de sua política econômica e social.

Uma operação de imagem pública, no entanto, busca distanciar Bolsonaro e Leite, dado o desgaste imenso acumulado pelo primeiro. É uma operação falsificadora, pois esconde o principal: a absoluta igualdade de ambos nas principais propostas de gestão, em nome de uma aparente e enganosa diferença de estilos pessoais. Para desmontar este truque o Sindicaixa e o Sindsepers uniram suas forças para lançar uma campanha de esclarecimento, desmistificação e preparação para a luta contra os efeitos nefastos destes governos para o povo gaúcho.

“Queremos retirar o véu de manipulação que a mídia retrata a atuação do atual governo do estado. Nada melhor que isto do que mostrar os fato que tornam Bolsonaro e Leite idênticos nas políticas implementadas, afirma o presidente do Sindicaixa, Érico Corrêa. “O confisco dos proventos dos aposentados, não é promovido tanto por Leite quanto por Bolsonaro? O congelamento de salários dos funcionários públicos não é comum aos dois? Ou a venda do patrimônio público? “Mesmo no enfrentamento da pandemia, apesar da diferença de discursos, o resultado é o mesmo: ceder aos empresários e forçar os trabalhadores a uma retomada insegura e perigosa” conclui o dirigente.

Já a presidente do Sindsepers, Diva Costa, ressalta que a única saída é a luta. “Nossa campanha se dirige a toda a sociedade gaúcha, pois ao fim e ao cabo é ela que sofrerá com o desmonte do serviço público, como já ficou claro com os efeitos do desmonte do SUS em tempos de pandemia. Mas também é um chamado ao enfrentamento a estes governos. Cada dia fica mais claro que este modelo só traz dor e morte. Podemos e vamos vencer esta trágica política, mas para isto temos que ter uma postura ativa de denúncia e mobilização constante”.

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